sábado, dezembro 20, 2014

Desmontagem de Open 60

No fim da Route du Rum os velejadores voltam
para as suas bases, já preparando a participação
em outras regatas, de avião e seus barcos voltam
de barcos. Veja a desmontagem de um Open 60.
Muito legal!


manut hd from CardinaleOuest on Vimeo.

Gabriel Medina Campeão Mundial de Surf de 2014


Gabriel Medina é campeão mundial de surf 2014. O título, inédito para o Brasil, veio após ver seu ídolo de infância, o australiano Mick Fanning, ser derrotado pelo brasileiro Alejo Muniz no Round 5 do WCT Pipe Masters, realizado em Pipeline, no Havaí. Gabriel dependia apenas de si para ser campeão, mas a matemática também o favorecia, dependendo do resultado de seus rivais Kelly Slater e Mick Fanning.

Após cinco dias consecutivos sem ondas, o Pipe Masters foi retomado nesta sexta-feira (19/12). No Round 3, Gabriel Medina fez sua parte, vencendo a bateria e, com isso, eliminou Slater da briga pelo título. Em seguida, Mick Fanning quase perdeu, o que daria o título ao brasileiro antecipadamente. Foram momentos de tensão. Mas o australiano virou nos últimos minutos e a decisão foi adiada em algumas baterias.

No Round 4, Gabriel Medina enfrentou Filipe Toledo e Josh Kerr. Filipe não perdoou e mostrou que queria vencer. Foi um duelo emocionante entre os dois brasileiros, com trocas de nota a todo instante. Nos últimos minutos, Medina virou a bateria, rumo às quartas de final.

Faltando poucos minutos para entrar a bateria de Medina nas quartas de final, Mick Fanning enfrentou uma bateria com poucas ondas e extremamente disputada contra o brasileiro Alejo Muniz, que já havia eliminado Kelly Slater da competição, e selou o destino de Mick Fanning, entregando o título para Gabriel Medina.

Com a vitória, Gabriel entrou para a história, de fato. Fez com que seu nome nunca seja esquecido e que sirva de exemplo para outros brasileiros não só no surf, mas no esporte. Uma verdadeira sensação. Mas não há motivos para demonstrar surpresa com o título mundial ou com o excelente desempenho de “Gabe” nesta temporada 2014. Sua luta, seus esforços e suas vitórias vêm de muito antes. De forma que esse troféu vem coroar, em bom tempo, uma preparação de anos.
Gabriel Medina, de Maresias para o Mundo

É preciso fazer uma pequena retrospectiva para que se entenda que o título mundial tem ainda mais significado na carreira de Medina e na história do surf brasileiro. Gabriel foi o mais jovem brasileiro a ingressar no tão disputado circuito da ASP. E essa posição, é claro, só poderia ser alcançada com muitos outros bons resultados anteriores.

Sua entrada no Tour, aos 17 anos, já foi um grande feito. Nem os mais otimistas poderiam adivinhar o que Gabriel, ainda tão jovem, era capaz de fazer como “novato” no seleto grupo dos 36 melhores surfistas do mundo. Acontece que, em 2011, ele entrou no “meio” do WCT, restando cinco etapas a serem disputadas. E venceu duas delas: na França, contra Julian Wilson, sua segunda competição entre as estrelas do surf, e em San Francisco, contra Joel Parkinson. Sinal do que aconteceria três anos depois? Naquele ano, Kelly Slater, derrotado por Medina duas vezes, chegou a dizer: “Com certeza esse garoto vai ganhar vários títulos mundiais”. Um ele já ganhou. Que venham os próximos.
A trajetória de Gabriel Medina rumo ao 1° titulo mundial brasileiro
Gabriel Medina tem levado, com firmeza, a bandeira brasileira ao topo do pódio.


A TRAJETÓRIA DE MEDINA ATÉ O TÍTULO

Gabriel começou o ano com o pé direito - literalmente, já que ele surfa com esse pé à frente da prancha. Venceu a primeira etapa do Circuito Mundial, na Gold Coast, Austrália. O primeiro brasileiro a vencer nessas ondas australianas. Sinal de uma bela e inédita história que estava sendo escrita a partir dali.


Nas três etapas seguintes - Bells Beach, Margaret River e Rio de Janeiro - ficou sem vencer, mas ainda manteve resultados consistentes. Só perdeu a liderança do ranking após a etapa brasileira. Ninguém precisava se preocupar, porque ele estava prestes a vestir a lycra amarela (utilizada nas baterias apenas pelo número um do ranking) novamente.

Talvez algum outro atleta tivesse perdido a confiança. Medina, não. Chegou a Fiji com força, determinação e muita técnica. Mais uma vez, foi campeão. A partir dali, até quem não acreditava que ele poderia ser campeão mundial tão cedo começou a considerar essa hipótese.

Veio Jeffreys Bay. Gabe estava com sede de vitória. Não conseguiu, mas chegou até as quartas, garantindo ainda mais pontos e consolidando sua liderança. Menos de um mês depois, venceu o Billabong Pro Tahiti, nas clássicas, épicas e temidas ondas de Teahupoo, mostrando que estava pronto para enfrentar quaisquer condições ao redor do planeta.
Kelly Cestari/ASP
Antes de cada bateria é impressionante a quantidade de torcedores brasileiros na areia
Antes de cada bateria é impressionante a quantidade de torcedores brasileiros na areia

Foi para Trestles para tentar consolidar ainda mais seu lugar no ranking e colocar uma mão na taça. Não conseguiu. Ainda tinha França e Portugal para assegurar o resultado. Em terras lusitanas, inclusive, ele poderia ter se consagrado campeão mundial. Mas foi eliminado precocemente no Round 3 e a disputa final foi levada para o Havaí. Com muitas variáveis e contas matemáticas entre as possibilidades de Medina, Mick Fanning e Kelly Slater, os três candidatos ao troféu.

Gabriel Medina não se deixou abalar. Era o único que dependia de si mesmo para ser campeão do mundo, bastando chegar à final do Pipe Masters. Tirou todas as chances de Slater ao vencer sua bateria contra Dusty Payne no Round 3.


A conquista de Gabriel Medina representa um marco em sua carreira, mas também uma grande contribuição para o surf brasileiro, que vem lutando para ganhar espaço no cenário mundial há bastante tempo. Hoje, o Brasil é o terceiro país com maior número de representantes no circuito da ASP, atrás de Austrália e Estados Unidos.

Gabriel Medina, Adriano de Souza, Filipe Toledo, Jadson Andre, Alejo Muniz, Raoni Monteiro e Miguel Pupo fazem parte do chamado “Braziliam Storm” (Tempestade Brasileira) do surf, sempre tentando levantar nossa bandeira no ponto mais alto do pódio. Mas, no passado, as coisas eram mais difíceis para os brasileiros. “Hoje, a principal diferença no surf do Brasil é que a gente tem uma geração que nasceu dentro de um cenário já sem preconceito, com pais e avós que pegam onda. O surf já criou uma certa cultura aqui no país, além do que existe um profissionalismo que garante a vida do atleta profissional”, comenta Edinho Leite, que surfista há mais de 20 anos e jornalista especializado no esporte.

Antes da geração liderada por Adriano de Souza e, agora, Gabriel Medina, houve quem tenha lutado para que o Brasil recebesse a devida atenção e importância no mundo do surf, dominado por um pensamento anglo-saxão, como Renan Rocha. "Eu e outros surfistas nos unimos, e foi isso que criou a bandeira do Brasil lá no meio. Foi na raça, na briga, na porrada. Tivemos que debater notas, julgamentos, impor respeito, ir contra uma sociedade monopolizada por australianos, havaianos e americanos que nada sabiam a respeito da nossa cultura", diz Rocha.

Mesmo assim, ainda há muita evolução que o surf brasileiro pode alcançar. Se o Brasil, agora, tem finalmente um campeão mundial, é porque muita gente se esforçou visando esse objetivo, inclusive Gabriel Medina.

Medina I

Medina ll

Medina III




sexta-feira, dezembro 19, 2014

Assustador!!!

Essa lanchas são mais do que simples barcos de corrida,
elas são os barcos que mais andam na água no mundo,
chegam a atingir 250 km por hora e as competições beiram
a loucura, mortes nesse esporte são tão comuns quanto as
competições de corridas de carro e moto, aqui a Go Pro, uma
das patrocinadoras mais ativas de nosso site, trouxe esses
dois vídeos de momentos de uma competição que ocorreu 
no mês passado nas águas da baia de Dubai. 
Eu acho que o título dessa matéria ilustra
pouco o que você verá abaixo.


Pauleira 1


Pauleira 2

quinta-feira, dezembro 18, 2014

Foto da Quinta - Melhor foto do ano

A foto abaixo ganhou o prêmio Mirabaud Yach Racing
2014, foi uma concorrência gigantesca e Alfred Farré,
realmente uma disputa difícil. Nessa foto ele pegou o
exato momento da proa entrando na água em uma
regata de clássicos, intrigante momento do homem
com o mar.


O que anda mais rápido, você sabe?

A brincadeira foi o seguinte, um barco de Formula 1, um
Helicóptero, uma Moto Ducatti e um Audi R8, quem anda
mais rápido a distância de uma milha, o desafio foi 
feito a um tempo atrás mas nós só vimos o vídeo
esses dias, por isso estamos colocando para vocês.
Eu acho que parece óbvio quem ganhou...

Jacaré ou Tronco

Talvez vocês já tenham visto, mas não pude deixar
de mostrar isso aqui, e não venham me falar que 
não tem nada a ver com o site, tem água...

Volvo Ocean Race 2014 - 2ª Perna melhores momentos

A etapa de Cape Town até Abu Dhabi chegou ao fim
na semana passada, agora somente dia 02/01 é que
teremos a in port race e no dia seguinte a largada para 
Sanya na China, uma perna de 4670 milhas, que 
provavelmente será feita em 20 dias, abaixo temos os 
vídeos de melhores momentos dessa perna com
3 visões diferentes, sem dúvida o momento marcante
dessa regata foi a super vacilada do Team Vestas, 
falando no rapazes do Time, eles estão se preparando
para resgatar o VOR 65 que está "incrustado" perto
das Ilhas Maúricios, abaixo dos vídeos você tem a
matéria completa desse super resgate, sem dúvida
nenhuma isso vai ser muito interessante e esperamos
que eles consigam recuperar o casco e que votem
o quanto antes.

Melhores momentos Naviga


Melhores momentos Volvo


Melhores momento Team Alvimédica


TRADUÇÃO GOOGLE

"De vez em quando eu sinto que eu vou acordar e tudo vai ser apenas um sonho louco, e eu dizia:" wahoo, não era de que o pior sonho que eu tive em muito tempo? "

Neil Cox foi gerente costa de Chris Nicholson para duas Volvo Ocean Races antes que eles entraram em seu terceiro juntamente com o Team Vestas Wind.

Mas o especialista australiano nunca, já esteve na situação em que ele é agora - em direção a um recife Oceano Índico remoto para recuperar o Volvo azul do Oceano 65 depois que encalhou no meio da segunda etapa , em 29 de novembro.

"O plano final, o prêmio da medalha de ouro que estamos alcançando, é fazer com que o barco flutuante suficiente para flutuar em frente à lagoa para obtê-lo em água mais protegida", explica Neil, ou Coxy, como todo mundo o chama.

"Isso iria pará-lo se desintegrando no recife, e, ao mesmo tempo, uma vez que chegar ao outro lado do recife, que nos dá a oportunidade de configurá-lo de uma forma controlada, quer ser capaz de rebocar o barco de volta para Maurício, ou há um navio Maersk Line vindo na segunda-feira e nós estamos esperando para usar sua torre para obtê-lo no navio. "

Coxy faz uma pausa para tomar fôlego.
"A corrida tem me levado através de alguns cenários bastante bizarras, mas eu diria que esta é bastante único."

Chris, o capitão, se juntou a ele em Maurício ontem à noite. Eles montaram a operação de recuperação em Port Louis, em ligação com os recursos locais, fretar um barco que vai usar como um navio-mãe, recebendo todas as ferramentas necessárias através de costumes e as licenças para voltar ao arquipélago de Saint Brandon.

Nesse meio tempo, os habitantes Île du Sud têm mantido uma vigilância sobre o barco, e enviou algumas fotos com o barco de abastecimento há dois dias.

Parece que o barco não mudou muito. Coxy e Chris agora estão velejando para o local, juntamente com sua equipe de terra Tom Kiff mais dois rapazes locais, cinco de recuperação de pessoas de Durban, África do Sul, e um cameraman.

"O resto da equipe se ofereceu para vir e ajudar", acrescenta Coxy ", mas não há nada lá fora, então você não pode ter uma força de trabalho inteira com você, porque você não pode fornecer água ou energia suficiente para todos.

"Nós vamos nos basear neste navio mãe, no interior da lagoa. É no lado de sotavento do recife milhas e dois e meio de distância do barco. O navio tem as facilidades para que possamos viver a bordo, porque não há nenhuma maneira de ficar na ilha. Nós também fretado barcos de pesca locais para atravessar a lagoa todos os dias.

"É um caso de como estruturalmente sólida o barco é, eo que podemos utilizar para obtê-lo flutuante novamente. E qualquer coisa que flutua, tanques de flutuação, sacos de flutuabilidade, o nome dele, está saindo com a gente. "

Coxy, Chris e Team Vestas Wind tem um plano, e uma forte vontade de obter o barco fora do recife. Mas há uma série de factores difíceis de levar em conta.

"Queremos trazer o máximo do barco de volta possível", afirma Coxy.
"Se alguma coisa pode ser reciclado ou usado para um potencial novo barco, temos de fazer tudo ao nosso alcance para que isso aconteça.

"A realidade é que é um ambiente de trabalho muito perigoso vamos. Ele não tem todas as coisas boas que temos nas pontes ... é no meio do oceano. Estamos por nossa conta. E, enquanto eu evitar as manchetes de tubarão baratos, sim, há muito mais atividade no recife à noite. "

Ele faz uma pausa novamente.

"Nós vamos chegar lá antes do sol nascer amanhã. Vamos direto para o barco depois disso.

quarta-feira, dezembro 17, 2014

O Mar Bravo e suas consequências

O treino era na Suécia e a equipe era o Team Bergstrom Vasternas
o vento estava em torno de 35 nós com rajadas de 42, era treino,
mas para você ser um grande velejador tem que treinar em 
qualquer condição de vento, foi isso que fizeram e...



Se no vídeo acima temos os velejadores, nesse abaixo temos
o vídeo de um super cargueiro enfrentando o mar bravo, os
ventos aqui estavam acima de 42 nós e o mar estava bem
alto, na escala Beaufort era nível 9, praticamente tempestade.
Esses navios e suas tripulações estão sempre preparados
para isso, mas a pergunta é, será que os navios estão?
Observem e fiquem chocados, eu sei, eu sei, eu sei....
Prefiro estar no barco de cima....rs


terça-feira, dezembro 16, 2014

Mad Max - Nosssssssssa senhora!!

Eu sei que não tem nada a ver com o que falamos
todos os dias aqui, ok? Mas não comentar sobre o
novo Mad Max Fury Road é deixar passar algo de 
muito importante nas vidas das pessoas, esse filme
fez parte de toda uma geração na qual eu me incluo,
quando saiu esse filme era o supra sumo da loucura,
pessoas vivendo no meio do nada em uma guerra
desenfreada atrás de combustível, louco e arrogante
era também seu herói, Mel Gibson fez um papel tão
genial que impulsionou a sua carreira para sempre.
O que também achei interessante é que agora eles
estão desesperados e loucos para encontrar água,
ou seja, como nós Paulistanos ou como o Serra,
como a sua tia, como o seu irmão, como a sua
irmã e como a sua vó!!!rs
Vejam se é louco ou não!!!


Teste de Barcos - Hanse 455

A Hanse Yachts sempre se preocupou
em produzir barcos que sejam rápidos, fortes
fáceis de velejar e facilmente customizados.
Nascido em 1993 esse estaleiro Alemão atinge
novos proprietários a cada novo lançamento,
o índice de continuidade na marca entre esses
proprietários é um dos maiores na linha de veleiros.
Agora eles lançam o 455, com aprimoramentos
necessários para longas velejadas, o 455 é ideal
para você aproveitar a vida, não simplesmente um
veleiro para o fim de semana, é uma verdadeira
"casa" flutuante, aonde você vai viver com conforto
por longas temporadas. As mudanças interiores e
o aproveitamento de energia foi determinante para
que o barco tenha uma auto suficiência gigantesca.
No Brasil essa marca ainda é um pouco desconhecida,
mas cada vez mais aparecem barcos aqui e ali, quem
conhece sabe que em comparação com os Franceses
eles estão a anos luz na frente.Vejam abaixo as imagens da
apresentação do Hanse 455, espero que gostem.


Yacht Comanche - Será que vai acontecer...

a 10  dias e todas as especulações possíveis
serão feitas até o dia da largada, mudanças de
rating por colocações ou retiradas de vela, velas
novas que aparecem do nada, mudanças de
tripulações e todo tipo de artimanha para surpreender
o seu concorrente em uma regata que é das mais 
importantes do mundo. Para os Australianos a chegada
do Comanche trouxe um desconforto muito grande,
eles não aceitam em hipótese alguma que um 
barco Americano chegue em sua cidade e vença
essa regata, é questão de honra, inclusive em 
alguns casos as pessoas realmente protestam
quando o Comanche está no Pier, é uma guerra
muito parecida com a nossa, no futebol, contra
os Argentinos. Agora a última do momento é uma
vela de proa, gigantesca, ela tem 1200 metros 
quadrados e apareceu ontem a tarde durante uma
parte do treinamento do Comanche, ela é grande e
com certeza o pessoal do Wild Oats não dormiu bem
a noite. Nas casas de Apostas, eles estão dando 1,8
para cada dólar que você apostar no Wild Oats e 2,5 
para quem apostar no Comanche, então sabemos que 
a briga está entre esse dois barcos, mas em uma regata
Nos vídeos abaixo você vai ver novas imagens da
Solas Race, sensacionais, e também a outra máquina
que Jim Clark tem...
Ah outra coisa, aqui você vai ver AO VIVO a Largada!!!




O Barco


A Máquina

Super Bactérias assustam velejadores no Rio de Janeiro

 E o Rio de Janeiro continua lindo...



Uma bactéria resistente a antibióticos foi encontrada na água do rio e da baía brasileira onde vão decorrer algumas provas olímpicas, atletas já se mostraram preocupados.

Investigadores encontraram na praia de Flamingo, no Rio de Janeiro, uma super-bactéria que normalmente só se encontra em lixo hospitalar que produz uma enzima KPC que é resistente a antibióticos. A bactéria poderá ter origem no facto de 70% dos esgotos cariocas verterem para a baía de Guanabara, sendo que vários testes foram feitos ao longo do rio, dando sempre positivo, até à praia de Flamengo, local onde o rio desagua.

A praia já foi considerada imprópria para banhistas uma vez que a bactéria pode causar infeções urinárias, gastrointestinais e pulmonares, mas a grande maioria da população ignora os alertas das autoridades. A bactéria é resistente à maioria dos medicamentos, desta forma para curar as infeções por ela provocadas é necessário internar o paciente e recorrer a medicamentos muito fortes, raramente usados e tóxicos para o organismo.

Além do perigo para a saúde pública esta bactéria está a colocar novos desafios à organização dos Jogos Olímpicos, explica a BBC News. Na candidatura olímpica o comité tenha prometido reduzir 80% a poluição na baía, promessa que Eduardo Silva, presidente da câmara do Rio de Janeiro, já disse ser impossível de cumprir.

Os atletas olímpicos têm-se mostrado preocupados pela poluição da água e, segundo o mesmo jornal, embora as autoridades tenham referido que compreendem as suas preocupações, dizem também que a poluição da água não será um problema durante os Jogos Olímpico de 2016

segunda-feira, dezembro 15, 2014

Extreme Series Highlights 2014

Esse ano, nas regatas do evento Extreme series teve de tudo,
como sempre as regatas são muito emocionantes, ao
lado do público, você praticamente sente o spray quando
os barcos passam, não tem jeito ficar imune ao um evento
como esse, as etapas finais foram em Sidney, Austrália e
mantendo a tradição tivemos muito vento e uma bela 
capotada, quem levou o título foi o sindicato Alinghi
da tradicional família atuante na vela, os Bertarelis.
Abaixo o vídeo dos melhores momentos de todo o
campeonato de 2014, muito bom!

Good times


Capotada

domingo, dezembro 14, 2014

Extreme Series - Ao Vivo e molhado

Ao Vivo direto de Sidney esse evento 
começa as 14/ 12 as 2:30hs - Imperdível, 
coloca o despertador para fazer 
barulho e não perca!! 


sábado, dezembro 13, 2014

Extreme Series direto de Sidney - Ao vivo

Ao Vivo direto de Sidney esse evento 
começa as 13/ 12 as 2:30hs - Imperdível, 
coloca o despertador para fazer 
barulho e não perca!! 



Volvo Ocean Race - Team Brunel vence a primeira

Foi uma chegada emocionante, sensacional e com
todos os ingredientes de uma Volvo Ocean Race,
nós colocamos aqui, tudo se encaixava perfeitamente
para o Team Dongfeng, conseguiram abrir 3 milhas
a 20 da chegada, difícil de tirar essa vantagem, mas
o Team Brunel encontrou um vento dele e foi embora,
não dando a mínima chance para os seus concorrentes.
Foi muito bom o Team Brunel chegar em primeiro, coloca
mais lenha na fogueira da vaidades desses velejadores
de alta performance, por um outro lado também nos
deixa triste perceber que está entre esses três barcos
o ganhador da Volvo desse biênio, uma pena que o
Team Vestas tenha ficado de fora, pois eles incomodavam
e muito, quanto as outras equipes, vieram apenas para
ilustrar a foto dos ganhadores!
Separamos o que teve de melhor nessa parada toda...


Dongfeng na frente


Team Brunel passa voando


Quase chegada

sexta-feira, dezembro 12, 2014

Outro vídeo para a série séria - Ah você tá de brincadeira...

Quando eu vejo um vídeo como esses eu começo
a colocar em dúvida a minha sanidade!!
Pelo amor de Deus...
Aí vem você falar que não tem nada a ver com 
vela oceânica, barcos, regatas e todas essas
coisas que falamos aqui, aí eu te falo, verdade!@!
Mas é legal...vai...


Mais um vídeo para nossa séria série - Nooooossssaaa senhora....

Uma das coisas mais chatas e perigosas a bordo é o 
temido Gibe Chinês, para quem não o conhece eu 
indico permanecer ignorante, pois já passei por uns
3 e digo que não é agradável, aqui os caras quase 
chegaram a isso, foi mais uma super atravessada e
eu pergunto, quem nunca atravessou? Quem nunca
atravessou que atire o primeiro pau de spi!
Vixe......
O engraçado é que sempre tem um herói e um vilão...

quinta-feira, dezembro 11, 2014

Extreme Serie 2014 - Ao Vivo direto de Sidney

Ao Vivo direto de Sidney esse evento 
começa as 12/ 12 as 2:30hs - Imperdível, 
coloca o despertador para fazer 
barulho e não perca!!

Foto da Quinta - Sim ele vai ganhar!!

Nossa foto da quinta não poderia ser outra se não a do
barco mais fantástico feito pelo homem, são 100 pés e 
um mastro de 45 metros, ele realmente é fantástico.
Essa embarcação vai correr e ganhar a Sidney Hobart!!
Espero que gostem!






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